Está na Folha de São Paulo de hoje (18) que a Polícia Federal está apurando a escolha da La Mia, empresa aérea boliviana dona do avião que caiu com 77 pessoas a bordo (71 morreram), integrantes da delegação da Chapecoense, em 29 de novembro de 2016, na Colômbia. A grande questão é que existiam outras alternativas de voos comerciais.

Além do mais, as investigações buscam apurar se as equipes brasileiras eram obrigadas a optar pela companhia por determinação da Conmebol (Confederação Sul-Americana), ou qualquer outra entidade, segundo a Folha.

A AFA (Associação de Futebol Argentino) repassava aos clubes de lá recomendação da Conmebol para que usassem os serviços da La Mia para transporte nas competições do continente.

A Folha de São Paulo informa que as investigações estão em andamento, e que o zagueiro Neto, o lateral Alan Rushel, o goleiro Jackson Folman e o jornalista Rafael Henzel, brasileiros sobreviventes da tragédia, já foram ouvidos.

Vale lembrar que a La Mia teve 4 pedidos de voar para o Brasil negados pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) antes da tragédia.

E mais: a empresa estava sem seguro por ter atrasado o pagamento da apólice. Foram apontados, também, pane seca e excesso de peso no avião.

foto: el país