Nota na Coluna Painel, da Folha de S.Paulo desta segunda-feira (04/09), mostra que começa a fazer água a amizade entre o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e sua cria política João Dória, prefeito da capital paulista.

De olho na eleição presidencial de 2018, João Doria começa a atropelar seu mentor, afirmando que cabe ao povo dizer que será o candidato do PSDB para a disputa pelo Palácio do Planalto. Para Dória a escolha não deve ser feita em prévias dentro do partido.

Na semana passada, uma análise das interações na página do prefeito no Facebbok mostrou que 70% das reações negativas vinham da periferia de SP. Diante disso, aliados do governador continuam a monitorar a popularidade de João Doria.

Como não poderia deixar de ser, o PT entra em cena e coloca gasolina na fogueira de vaidades tucana, chamando João Dória de traidor.

João Doria, que desconversa sempre que é perguntado se será candidato em 2018, tem viajado pelo Brasil num claro sinal de pré-campanha. Dias desses, em Palmas, capital do Tocantins.

“Não estabeleço aqui compromissos nem de uma ordem nem outra. Estou na política. Vou continuar exercendo aquilo que é importante para defender o povo brasileiro. Nesse momento não vim fazer campanha política aqui em Palmas”.

Alckmin e Dória – Foto: Luiz C. Ribeiro / El Pais