Amado e esperado por uns, odiado e bastante criticado por outros, o horário de verão pode não ocorrer este ano no Brasil. A previsão é que, se for editado, comece no dia 15 de outubro. No entanto, segundo informações da Casa Civil da Presidência da República, essa possibilidade está sendo avaliada pelo governo, que estuda a conveniência em adotar ou não a mudança nos relógios de mais de 200 milhões de brasileiros.

A última edição foi de 16 de outubro de 2016 a 19 de fevereiro de 2017. O programa foi instituído pela primeira vez no Brasil no verão de 1931/1932 e vem sendo adotado continuadamente desde 1985.

Segundo levantamento do governo, no período do horário de verão 2016/2017 a economia foi de R$ 159,5 milhões, decorrentes da redução do uso de usinas termelétricas para complementar a geração de energia.

Também de acordo com o próprio governo, esse valor ficou abaixo do verificado na edição anterior (2015/2016), quando foram poupados R$ 162 milhões.

Diante dos números alcançados, a verdade é que o horário de verão vem perdendo importância. Nos últimos anos, o horário de pico no consumo de energia se deslocou do início da noite para o início da tarde, principalmente no verão, quando um maior número de aparelhos de ar condicionado está em operação.