A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Carmem Lúcia, negou ontem (10) a suspensão da tramitação da reforma trabalhista, que tinha sido solicitada por parlamentares da oposição, e cuja votação está marcada para esta terça-feira (11).

Havia um mandado de segurança dos oposicionistas que contestava o ato do presidente do Senado Eunício Oliveira (PMDB-CE), por ter se negado a dar informações sobre o impacto financeiro e orçamentário para a União das mudanças nas regras trabalhistas.

O presidente ao negar a solicitação argumentou, que os dados deveriam ter sido coletados ao longo da tramitação da proposta nas comissões do Senado.

Carmem Lúcia rejeitou a solicitação, justificando que não poderia interferir em assunto interno do funcionamento do Senado, em respeito a separação dos poderes.